ARTIGOS GERAIS SANFELIZ

LINHA DO TEMPO – SÉRIE

APRESENTAÇÃO

Iniciamos neste mês uma série de 39 artigos, onde a linha do tempo registra eventos catalogados pela História, cada mês será enfocado em sucessivos posts. O mês de setembro do Século XVIII é o primeiro, segue-se, em postagens mensais, o mês de outubro e assim por diante até chegarmos a dezembro do ano 2000.

O mês é a referência, mas o fundamental serão as ilições feitas para cada evento relacionado. Essas abstrações vão como ensinamentos que a História transmite, e têm um caráter subjetivo, não pretendem ser uma conclusão taxativa. Objetivam prestarem-se ao visitante se não aditá-las, contra-argumentar tais interpretações. Por isso, têm um caráter provocativo. Se ficar entendido assim, toda a matéria relatada terá valido a pena.

Por tratar-se de um ensaio inserido numa genealogia, no caso os Carneiro da Fontoura (CdaF), pretende-se relacionar os fatos feito História com os vividos pelos seus componentes.

 

A LINHA DO TEMPO – FUNDAMENTOS

A História, enquanto uma disciplina bem estruturada, é o instrumento certo para que entendamos o porquê dos fatos que a Humanidade registra. Sendo uma ciência social, partindo-se de um ambiente pode-se explicar como os acontecimentos se sucederam, porém, não suas consequências com exatidão. Há um fator, a inteligência humana, além de fatos circunstanciais que podem direcionar para diversos caminhos. Integram a inteligência, as ideologias, as políticas, os arranjos sociais.

Em artigos mensais, vai uma linha do tempo para alguns dos fatos centrados no mês em foco, a começar pelo setembro do Século XVIII. São notícias editadas pelo “Repórter virtual da história”. Até aí nenhuma novidade. Porém, a cada evento anotado vai uma abstração – “Comentário” – como sendo uma interpretação simbólica, subjetiva. E a linguagem simbólica comunica a cada um, uma verdade particular. Aí está a novidade. Isso não é a História do pesquisador, do escrúpulo metodológico, é a história dos milhões de indivíduos comuns que não perpassa ao que ditam os livros escolares. Seguindo-se a essa abstração, vai, em alguns dos eventos, um aditamento virtual em forma de “diário da família” – envolvendo os CdaF, objeto deste estudo.

Assim, antecipo minhas escusas ao me intrometer na ciência de Wilhelm Von Humboldt, autor de “Sobre a Tarefa do Historiador”, a Heródoto, o “pai da História”, que viveu no Século V a.C. a Hélio Vianna, historiador Brasileiro, que muito me inspirou, a Hugo Ramires, que me ensinou a ler a História, ao Professor Alexandre Marcant, da Escola Estadual Padre Reus, quem muito me orienta. A todos reverencio com profunda gratidão. Minha audácia, está não só na temerária intromissão, está também na interpretação dos fatos (comentários). Mas essa, vai com a justificativa, não a de revelar a verdade maiúscula dos fatos, é a verdade subjetiva que repercute em mim. Isto posto, quero aqui fazer um desafio, faça sua interpretação e viva a sua verdade, é com ela que poderemos mudar o mundo.

Nestes termos, e feito o desafio para que, caro internauta, acrescente informações mediante seus “comentários” e principalmente aos fatos relativos ao “diário” para qualquer componente da descrição genealógica. Toda a contribuição será sempre bem recebida e levada a publicação.

♦ 2017-09-18

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