ARTIGOS GERAIS SANFELIZ

DIA DOS PAIS

GERAL

Dia dos Pais, data móvel que os brasileiros, desde 1953, reverenciam no segundo domingo de agosto. Consta que alguns jornalistas programaram celebrar pelo menos três tipos de pais entre eles: o mais velho, o mais moço e o com maior número de filhos. Nessa classificação encontraram um com 98 anos, outro com 16 anos e outro com 31 filhos.  Os outros  jornalistas, fora da relação, bem… esses para não perder a confraternização, homenagearam seus próprios pais.
Hodiernamente, dizem os de “cara azeda”, o verdadeiro significado fica por conta do apelo comercial. Outros, além, contestam, na família um pai tem atribuições funcionais intransferíveis, impostergáveis, incessantes, prementes de per si que nenhum percalço possa justificar qualquer tipo de omissão. Reconhecer isso, mesmo diante dos desafios sociais, econômicos e de transformação de valores que sucedem as gerações, é reconhecer a proteção, a ambientação propiciada pelos progenitores.
É, talvez, nos três primeiros setenários de vida de uma criatura que os fatores externos e os congênitos necessitam de justa adequação. Nos primeiros sete anos de vida, são as necessidades fisiológicas que predominam, então carinho é pouco. Seguem-se, até aos quatorze anos, saber encarar as necessidades de segurança, então todo zêlo e abnegação é preciso.
Depois, vêm as necessidades sociais até aos 21 anos que precisam ser equalizadas ante o apelo de novos valores, então compreenção e estímulo se fazem presentes . Daí por diante, são as necessidades do ego que amadurecem até os 28 anos. Para finalmente, começar a auto-realização, na verdade não parando aos 35 anos de idade. Mas agora, são os fatores congênitos alicerçados em valores e princípios até então maturados com o sábio e imprescindível holofote paterno que se tem um rumo, um projeto de vida a produzir os efeitos para a sociedade.
Na linha do tempo, antes um jovem, se varão, pleiteava a independência econômica já aos 18 anos, hoje ele propugna pela segurançao aconchego do lar. Dessa forma, a maturidade plena, fisiológica e mental, chega aos 35 anos. Nada de errado nisso, também se antes se vivia-se até aos 55 anos, hoje chegar aos 75 é quase uma certeza, a não ser que um acidente encurte o caminho.

 

PAIS MAIS PROLÍFEROS

Na genealogia Carneiro da Fontoura entre os pais com maior número de filhos, relacionam-se:

Francisco Barreto Pereira Pinto (01), casado com Francisca Velloza da Fontoura (primeira filha de JCF) tiveram 15 filhos.

– João de Deus Menna Barreto (1.14), foram 18 filhos. Casado com Ritta Bernarda Cortez de Figueiredo Menna tiveram 14 filhos e depois de enviuvar João de Deus gerou mais 4 descendentes.

– João Antônio Carneiro da Fontoura (2.3.2.7), casado em duas núpcias, na primeira com Maria Antônia Ávila Corrêa e na segunda com Marcia Menna, foram 28 filhos, sendo 14 de cada um dos casamentos.

Alcides Simões Pires da Fontoura (1.3.2.4.2.2.4), casado com Anacleta Carneiro da Fontoura (2.3.2.7.15) tiveram 16 filhos.

Manoel Moreira Carneiro da Fontoura (2.5.1.2), casado com Perciliana de Araújo, tiveram 17 filhos.

– João Simões Lopes Junior – Visconde da Graça (02.13.01) de quem registram-se 30 filhos; com Eufrázia Gonçalves Vitorino (primeiro matrimônio) foram 12 descendentes; com Zeferina Antônia da Luz, resultaram 10 filhos; finalmente nas terceiras núpcias, com Vicência Ferreira Lira, nasceram mais 8 rebentos.

Antonio Adolpho Charão (5.2), em dois matrimônios resultaram 19 filhos, sendo com Anna Clara do Nascimento, 10 e com Pacífica Júlia da Fontoura, outros 9.

– Manoel Francisco de Azambuja (06.01), casado com Francisca Angélica Velloza da Fontoura (6.1) tiveram 16 filhos.

– João Olavo Paz da Fontoura (6.7.1.8.3), casado com Palmyra Costeira de Lima tiveram 15 filhos.

– Izidoro Neves da Fontoura (6.7.12.5), casado com Adalgysa Franco de Godoy tiveram 14 filhos, entre eles João Neves da Fontoura.

– Manoel Carneiro da Silva e Fontoura (7.4), casado com Francisca Margarida Pereira Pinto (1.6.3) foram 13 filhos e em segundo matrimônio, com Maria Nepomuceno Carneiro da Fontoura (1.4.13) mais 4 filhos.

– Francisco Carneiro da Silva e Fontoura (7.6), anotaram-se 18 filhos em 3 matrimônios; com Maria Alexandrina de Oliveira Motta foram 2 filhos; com Maria Clara Velloza da Fontoura (5.2.1) foram 7 filhos; com Bernardina Freire Andrade foram os outros 9 filhos.

– Patrício José Peixoto (8.8), casado com Vicência Maria do Sacramento tiveram 15 filhos

– Januário Silveira da Fontoura (8.8.3.8.2), casado com Idalina Severo, tiveram 13 filhos.

– Alexandre de Souza Pereira da Fontoura (10), casado com Theodora Clara de Oliveira tiveram 13 filhos.

 

PAIS MAIS VELHOS

João Carneiro da Fontoura (JCF) – O genearca da família teve seu último filho quando tinha 72 anos. Os demais pais a relacionar, certamente, coincidem com os pais mais prolíferos.

 

PAIS MAIS JOVENS

Francisco Pinto da Fontoura (6.2.4), pai do POETA DOS FARRAPOS, Francisco Pinto da Fontoura (Filho), que aos 13 anos fez nascer seu primeiro filho.

A lista não se esgota nos casos acima aduzidos. Nossa homenagem, neste 13 de agosto de 2017, vai para todos os demais pais. Sim, porque reconhecemos em cada um deles o esforço desmedido para fazer com que seus filhos possam ser afinal alguém útil a sociedade, um construtor a elevar cada vez mais alto os feitos que tanto dignificaram nossos antepassados.

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